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A revolução vai começar na Turquia

Posted in !?, :) by Prisc on 07/06/2013

Notinha:

Rindo muito com essa noticia aqui: http://blogs.estadao.com.br/link/turcos-financiam-anuncio-por-crowdfunding/

Agora precisamos juntar investimentos da população, para financiar o trabalho jornalístico que já deveria ser feito! Ãn!? Como é que isso!?

Hoje, não sei se pela minha própria perturbação com o rumo das noticias, vi mais gente comentado sobre a violência nos noticiários… e os rumos do jornalismo.

TURCOS… TURCOS… não sei porque, mas mesmo com tudo explodindo por aqui, só consigo pensar nos turcos.

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Não aguento mais noticia!

Posted in !, !?, ? by Prisc on 07/06/2013

EXTRA EXTRA EXTRA noticia velha que atormenta o mundo da Pri… se você não quer se irritar, nem leia ;)

HardNews, ganhou uma conotação completamente nova para mim hoje. São noticias difíceis de serem digeridas… como a Turquia… que não para de aparecer na minha linha do tempo no facebook, no twitter, na pesquisa de qualquer assunto no google, nos comentários mais inocentes dos amigos… Os turcos não deixam a minha timeline em paz! E por consequência nem a minha mente.

Algo me diz que a BBC apoia o tio Erdogan, o antes e o depois nas imagens do Parque Gezi, quase ganharam meu apoio depois dessa edição de imagens. O depois vai ficar muito mais bonito, organizado, harmônico. É só uma questão estética essa dos turcos não é? A BBC mostrou claramente isso.

O Guga Chacra escreveu esse guia para entender as manifestações, nos comentários fica claro a opinião de que talvez seja muito além de 600 árvores cortadas, estamos diante de uma questão religiosa, que quase não tem dado ibope por esse ângulo.   Vi em vários sites o protesto na Turquia ser levantado pelo viés de “não queremos que destruam nosso parque, para construir um shopping”, e poucos citam que o projeto envolve também a construção de uma mesquita… Fui longe com os pensamentos depois da primeira menção a mesquita.

Quando alguém no poder se irrita, sobram tiros para todos os lados. Nesse artigo no observatório da imprensa traduzido do El Pais, a culpa é das redes sociais. E só ter culpa não leva a lugar nenhum, tem que prender os culpados, dito e feito, se tem culpa vai preso, conta no twitter é arma perigosa agora! O panelaço argentino invadiu as ruas turcas, e chegou no blog do Chico. O grande porém é que diante de tudo isso, a minha cabeça, só consegue pensar: A novela das nove que passa na Turquia já acabou?

Conseguiram colocar a Turquia na moda, até os noticiários resolveram dar notícias de lá. O que me faz querer dizer os roteiristas, bem que podiam pensar em escrever histórias para serem protagonizadas na África, na Síria, nos Emirados Árabes, etc… poxa tanto lugar para virar noticia por ai, precisando de um ibope igual o da novela das nove! Por que mente, por que você faz isso comigo? O negocio explodindo lá, e só consigo pensar, a novela das nove, era na Turquia não era?!

Para mim tudo começou quando um amigo, que não é nem um pouco ligado em politica, só compartilha assuntos fofos e reflexivos (reflexões voltadas para o eu) compartilhou esse texto: http://defnesumanblogs.com/2013/06/01/what-is-happenning-in-istanbul/  dali para todos os outros saltarem aos olhos, foi um minuto. De repente, tudo foi invadido pelos protestos na Turquia, turcos por todos os lados e nada disso fazendo sentido. Aliás, ainda não faz. Nenhuma reflexão politica, religiosa, nem ecológica, nada do que tenho visto nos noticiários vários, tem feito sentido algum.

Alguém reparou de que nada do que sai nos jornais, faz o menor sentido? Tá, tudo bem, pode ser que faça algum sentido imediato, para uma situação que você está vivendo, mas vem cá, tá todo mundo louco? A sensação que tenho quando vejo um noticiário, é de um show de horrores, se for o noticiário da noite então, ninguém se salva, nem mães, nem filhos, nem mendigos, índios, aliás, nem os ricaços estão se salvando, não salva ninguém, é assim que sinto toda vez que vejo as noticias.

Exceto pelos jornais do meio dia, e o estúdio I (Maria Beltrão), que estou quase excluindo da categoria de jornalismo, por estar tão fora dos padrões da televisão atual. Vamos fechar em televisão, afinal, quem tem coragem de parar para ler noticia ruim? Quem tem coragem de ler jornal, por que vou pagar para saber que o mundo está um caos? Ele foi sempre assim produção?

Estou enlouquecendo, não aguento a realidade, admito, com todas as letras, o que faço agora? Sério, tudo parece tão caótico, tão sem sentido… aqui em casa me ensinaram que gripe é confusão de ideias, a minha começou na sexta feira passada, e pelo andar da carruagem vai durar a vida inteira, confusão de ideias é eufemismo perto de como me sinto vendo as noticias. Sério!? NOTICIA?! Critério de noticiabilidade, ai meu Jesus amado, me salva, porque estou a um triz de pedir arrego e desistir! Sério, que loucura é essa sociedade em que estamos inseridos, e se o homem não é bom como quis Rousseau, se ele é um produto do meio como quer a oposição. Então meios de comunicação, vamos tratar de mostrar homens melhores… homens mais dignos. Sei que eles existem, e sei que são a maioria, porque se tudo fosse como querem fazer parecer, poxa! Acho que nem eu, nem a minha geração teria nascido, porque os homens já teriam se destruído muito antes disso.

Não sei porque essa fixação dos meios de comunicação na desgraça, no caos, em pregar que tudo é muito pior do que é. Não quero ninguém vomitando arco íris, mas pelo amor de Deus, haja guerra nesse mundo, haja miséria para tanto noticiário. Quero viver numa sociedade que se preocupe em podar as arvores, não em arranca-las, em um lugar onde os homens não tenham preguiça de andar três metros para usar a faixa de pedestre, em algum canto em que não precise virar lei o fato de que você tem que jogar o lixo no lixo, porque seus pais vão ter dito, que a cidade é uma extensão da sua casa, e se você não joga nada no chão da sua casa, você também não faz isso na sua cidade… meu Deus, meu Deus me salva, porque estou precisando respirar, estou precisando encontrar o cantinho da sanidade dentro da minha alma. Não dá para trabalhar com meios de comunicação, não dá para ser jornalista, essa não pode ser a minha missão, eu tendo a alienação, para conservar a saúde do meu corpo e da minha alma.

obs.: Ah! Quanta inocência dessa galera que está preocupada com privacidade, hei, oi… desde que inventaram a primeira máquina já estava fadado o caminho da sua privacidade vai ler Flusser, e para de encher meu caminho com essas lamentações superficiais, tem coisas muito mais importantes a serem debatidas do que a atitude antiga diga-se de passagem da casa branca, ou você realmente acredita que o Obama foi o primeiro a fazer isso?! Eta mundo estranho, o pessoal se matando na rua, e ninguém comenta nada, agora com o fim da privacidade (como se ela existisse) tá todo mundo preocupado.

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Transeunte

Posted in !?, by Prisc on 31/05/2013

Andar com fé

Perda de tempo e de dinheiro público, pronto falei, estava entalada. Aliás, penso que é falta de criatividade, essa gente que quer dar nome de gente às ruas. Na cidade da minha vó, consequentemente da minha mãe e por sua vez na minha cidade por estima, as ruas ainda tem número, Rua 1, Rua 2, Rua 3… É VERDADE que se todas as ruas fossem números cansaria, e decorar Rua 1345 não ia ser legal. Mas por que as pessoas sentem-se homenageadas ao virarem nome de rua? Hãn? RUA? SÉRIO! Se fosse um desses “homenageados” pensaria: que bosta! Sou um congestionamento constante. Mas mesmo que fosse um máximo virar nome de rua, transformar da cidade dos opressores na cidade dos oprimidos, acho que não vai mudar nada para ninguém.

 Ok! É mentira, vai sim, o valor humano e cultural da nossa sociedade, quisera mesmo que todo mundo que passa pelas ruas soubesse de fato quem são ou foram. Na verdade sejamos honestos, sou alienada, mas grande parte da população não faz a mínima ideia, de quem são as ruas por onde andam. Por isso sou a favor, de começar já que é para renomear mesmo, a usar símbolos culturais.

Como a cidade de Maringá, que acabei de descobrir, é nome de música, olha que beleza, não ofende ninguém, não homenageia ninguém e ainda usa a criatividade alheia para representar um país. Aliás, porque invés de dar os nomes dos “grandes homens e mulheres que fizeram o Brasil”, não concederam os nomes dos seus feitos? Assim a agua espraiada, que Roberto Marinho tomou conta postumamente, seria rede globo de televisão, incrível! Passar pela agua espraiada todo dia e pensar: “estou na globo”. Alias agua espraiada fazia muito mais sentido, as gerações vindouras se não estiverem com um mapa em mãos, não saberão que ali foi rio, córrego, que ali era lugar de passagem das aguas e que é por isso que quando chove, enche. Seria muito justo, que pelo menos todas essas avenidas e ruas que estão sobre rios, córregos e etc. tivessem seus nomes preservados. Ótimo! Usem o dinheiro público para mudar as placas das ruas! Gostaria sinceramente que isso fosse feito, de forma a não ter de ser refeito daqui dez anos, cinco vai, com muita sorte, que cretinice!

O lado positivo de tudo, é sinal de evolução, se não social, ao menos cerebral, afinal para rememorizar todas essas ruas, vamos acabar expandido a nossa massa cinzenta. (minuto 5) E nesse ritmo de otimismo, voto por sermos criativos, senão isso apenas vamos dar o nome da fauna e da flora brasileira, que adiante, nem os ecoverdes vão dizer que é ruim e nem concluiremos de que foi uma péssima decisão ter a lembrança constante de uma tragédia nacional.

Sim, é importante lembrarmos o passado, mas é bom que ele seja relembrado com algum senso critico, dar nome as ruas, daqueles que foram oprimidos, não é honrar seus nomes, é apenas usar dinheiro público que poderia ser muito bem investido em outras funções. Criar uma fundação, fazer um museu gratuito para a população, que contasse a história da ditadura no Brasil ou você já viu um informante ambulante em cada uma das placas de rua? (Talvez um qrcode?) Até gostaria que ele existe, estou certa, seria uma aula de história nacional, mas como não é assim que o negocio funciona, vamos ser mais leves, colocar músicas, cores, cores seria uma ótima ideia, nome de flores, perfeito!

Ok, tirem os ditadores, os políticos, os religiosos, retirem tudo quanto for homens das ruas. E deixem-nas ser o que são: ruas e apenas isso. Meu Deus! É sério! Quanto empreendimento para mudar o NOME de uma rua. Mudem as ruas, pavimentem as calçadas, tapem os buracos para que possamos caminhar por São Paulo sem tropeçar (o maior índice de consultas ortopédicas é derivado de quedas em calçadas) Sério que tem gente mais preocupada com os nomes do que com as calçadas? Isso é pura questão de valores. Sei, é que os meus estão tão longe dessa questão dos nomes, que me irrita profundamente ver uma noticia dessas.

Vamos mudar os nomes, mas não trocar apenas os nomes, vamos pensar de verdade em bons nomes para não nos arrepender, e não correr o risco de ofender ninguém no futuro. Inspirem-se no bairro de Moema. Tem o Sabiá, o Rouxinol (que por sinal também são músicas). A nossa fauna e a nossa flora é uma das mais ricas do mundo, não é possível que SP não caiba nela. Precisa mesmo ter nome de gente? Queria dizer isso aos responsáveis por essa questão, queria muito dizer parem com a palhaçada! Vamos deixar que as ruas sejam ruas. Voto por todos os lugares que serão renomeados, se forem rios, que assim fiquem: rio de tal, rio de tal, rio de tal… e os que não eram, que se dê o nome, das arvores e dos bichos, que ali existiam antes de serem ruas. Acho justo, a única homenagem que cabe a meu ver. Mas como meu lado poético insiste, aceito os nomes como os da cidade de Maringá  titulo de música, que se fez, dada a necessidade de um neologismo para homenagear certa Maria, mas que hoje pode ser qualquer Maria.

 A noticia.

O título: Uma música ruim, para uma péssima noticia, já dizia Chico ratos de rua… (essa só recomendo ouvir se quiser aumentar a revolta).
Mas tem quem em meio ao caos, ainda faça arte: https://www.facebook.com/curativosurbanos

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As guerras não fazem, nunca fizeram e não farão sentido

Posted in !?, @ by Prisc on 08/05/2013

A procura do cabo da Síria. (um escrito com certo desespero)

Como um país em pleno século XXI sempre o que me abisma é a nossa era, o tempo em que estamos, eu aceitaria determinadas atitudes dos medievais, e também suportaria alguns fatos vindos dos tempos do imperialismo, mas não SUPORTO a ideia de que em PLENO SÉCULO XXI depois que a mulher usou biquíni, o homem foi à lua, Einstein nasceu, viveu, cresceu e morreu, Mendel existiu, passamos até a merda do Holocausto, tivemos o inferno do Apartheid, mandamos robôs a Marte, descobrimos a cura para a gripe, não morremos mais de peste, Jesus Cristo veio a nós, Gandhi, Madre Teresa, Martin Luther King, Joana D´arc, depois de Machado de Assis, Clarice Lispector, depois do Senna, sei lá, entende? O desespero é pensar em tudo que houve e em aonde poderíamos ter chegado, depois de todos os bons exemplos que tivemos. Me assusta, me espanta, me revolta, azucrina a minha alma, que depois de tudo isso e tanto tanto tanto mais já feito, o homem não aprenda algumas simples regras de bem viver.

Guerra é uma coisa tão sem criatividade, será que ninguém vê? Guerra é démodé, qualquer guerra, QUALQUER UMA, tente inventar o amor! Tente inventar um amor, qualquer amor. Tente inventar algo que faça sentido!

Por um lado, é surreal que algo como o que está acontecendo na Síria seja possível, porque afinal há um fio que liga a minha mente a área de sanidade, e ele de certa forma se sustenta pelo virtual. A sanidade entende democracia e pensa não na pratica, na teoria, a internet cria. A mente pensa, conexão, ligação, mundo globalizado e faz o link, sim ok, possível na internet existe. Ai vem um país e desliga… ooUW é só um som, um vazio, um vácuo, quase como um mapa desenhado sem um país. É isso em que se transforma a Síria para todo o resto do mundo. E eles estão em guerra, e se resolvem cometer suicídio coletivo, e estouram uma bomba atômica dentro deles mesmos? Ok fui longe.

De certa formar, surtar com a falta de acesso sírio, é também ter inveja, não da guerra, mas da possibilidade de desligar. Uma vez na vida, uma vez na história, estar completamente fora de tudo, despreocupados de todo o entorno, apenas dentro da própria Síria. Como se fosse possível alguém virar e dizer, calem a boca, agora nós vamos resolver nossos problemas, e dai o medo, o pânico, o que eles estão dizendo? Foi assim na surdina que surgiu o holocausto, e os alemães que me perdoem por esse comentário, mas o país deles é minúsculo. Graças a Deus tenho algum déficit de inteligência. Sim sou inteligente, mas não no tempo que todo mundo foi, não vi o que todo mundo viu. E só me dei conta do tamanho da Alemanha depois que tinha minimamente entendido as guerras mundiais, e estudado muito holocausto, para enfim enxergar o tamanho desse país. Ele é minúsculo, COMO NINGUÉM EM VOLTA DISSE CHEGA!? COMO?! É só isso que me pergunto toda vez que relaciono a história com o tamanho físico daquele país, e tenho raiva, ódio, quero matar, e então penso que não sou tão melhor que nenhum deles. E me acalmo e respiro fundo, e tento recuperar o fio da sanidade, e liga-lo a humanidade, e perdoar, na verdade abstrair, alienar, porque têm coisas que não dá para perdoar, a história da humanidade é um pouco assim para mim. Se for realmente estuda-la a fundo, vou pirar, vou enlouquecer, pensar que os homens são todos burros inúteis e débeis, dispostos a merda, predispostos ao erro…

Falhos, tão falhos que não mereceríamos sermos criados. Mas fomos, existimos, então não penso tanto quanto gostaria em história para não morrer de ódio. Quero morrer de amor. E o amor me faz lembrar, internet, a internet veio como uma revolução, é a terra de ninguém, então quando me dizem, tem dono, tem controle, tudo não pode. Eu piro, viro bicho, acho que está errado que não é justo, e que talvez seja muito mais injusto sentir a obrigação de pensar que eles precisam estar conectados. Mas o que mais me incomoda ainda é esse medo um tanto até infantil de, de repente, pensar que merda eles estão fazendo agora lá!? Porque seria incrível se eles desligassem e voltassem em paz. Que eles se retirassem da globalização para fazer algo igual uma reunião, como as que se fazia em Athenas. Gostaria de crer que é isso que está acontecendo, mas o problema desse desligar, é que ele veio no meio de uma guerra. E essa palavra guerra aparece em letras garrafais na minha mente, e grita, e chora, e pede paz.

E pede que eles tenham amor, que Deus exista e esteja lá, que abençoe a humanidade, que faça a guerra parar, que faça a guerra acabar, que cesse os confrontos, por favor, por favor, por favor. QUE HAJA AMOR! QUE HAJA PAZ! Porque dói! Dói à alma saber a verdade dos tempos atuais. Não somos os expressionistas atormentados pelo final da segunda guerra mundial, somos os que vieram depois, depois de guerras demais. Fria… Vietnã… Iraque… Irã… Bósnia… Bélgica… Irlanda… Coréia. É UMA BATALHA DE WAR e ninguém percebe que dados são sorte e NÃO ESTRATEGIA, não existe estratégia não dá para prever qual o valor do dado, por mais que você estude probabilidade. Não há!

Quero lembrar que vim para o amor, quero lembrar que a vida não é só dor, quero lembrar de amar, lembrar da vida, quero lembrar de orar. Quero lembrar de Deus! QUERO lembrar do céu, quero lembrar das estrelas, quero lembrar das flores, quero lembrar dos amigos, quero quero quero que salvem os Sírios, que salvem os Judeus, que salvem os Israelenses, que salvem os brasileiros, que salvem os americanos, que salvem os europeus, que salvem os árabes, que salvem os asiáticos, quero lembrar por favor, quero lembrar do amor, de que há humanidade acima de tudo, que há mais verdade que não vemos do que o que querem nos mostrar. Não, não estou alienada no meu mundo, é o mundo que está alienado quando faz uma guerra. A vida aconteceu, meu Deus do céu! A vida já aconteceu, deixem que a vida aconteça! Chega de guerra, chega de guerras por favor!

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Porque a menina ainda dança!

Posted in !?, :), , by Prisc on 26/04/2013

Era assim ha muito tempo atrás…
como foi mesmo que ela tinha dito antes?
Limpou as lágrimas e olhou a diante.
(Parou na janela e a lua iluminava, e naquela noite, parecia ser só ela).

Ah!!!! extra extra extra o mundo da Pri viu e recomenda: “Cérebro – máquina de aprender”

*Entenda o título: http://letras.mus.br/os-novos-baianos/122203/

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As grávidas, noivas e futuras famílias agradecem a permissão

Posted in !? by Prisc on 24/04/2013

Extra extra extra! Diretamente do mundo da Pri:

Entramos para o novo mundo, chega de controle o planeta precisa ser povoado. Se vocês continuarem sem querer casar e ter filhos o negocio é que esse país vai sair da história… http://portuguese.ruvr.ru/2013_04_22/Autoridades-do-Ira-iniciam-campanha-para-o-aumento-da-natalidade/
Tá aí um país que sabe fazer campanha, disseram: PAREM OS BEBÊS! O país inteiro atendeu, agora dizem: Liguem as máquinas, sem bebês o país não vai adiante! Quem sabe né? Se usarem o mesmo publicitário acho que a campanha pega! :)
E gente indecisa viu! Ou está super populoso ou não tem população!
Como é que o Sêneca falava, o ideal é o meio? Algo assim? Deve ter sido ele mesmo.

Mas penso cá com essas matérias, que o ideal é meio que não ouvir muito nenhuma campanha, nunca!
Mas aí acho que estou sendo radical né!
Ui ui ui depois penso nisso.

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